[ Midiatização de Movimentos Sociais ]

Entradas desde Setembro 2008

[Bíblia SXC]

Setembro 16, 2008 · 2 Comentários

Esse site é muito interessante. Um grupo religioso contra a pornografia utiliza-se do design, internet, podcast, videocast, etc para divulgar sua ideologia. Achei fantástica a forma com que eles buscam novos seguidores e conversam com o público deles, a geração MTV, como eles mesmos dizem. A biblia SXC parece um livro de referências visuais de design gráfico. Fantástico.

http://sexxxchurch.com/
Douglas.

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[MTV Switch - The Green Song]

Setembro 16, 2008 · Deixe um Comentário

Sensacional o novo filme da MTV dentro de sua campanha socioambiental “Switch”.

É uma resposta a invasão de produtos e iniciativas “verdes”, que mais do que oferecer uma mudança de pensamento e estilo de vida, criam um consumo desenfreado e a falsa sensação de estar ajudando o planeta.

Pintar a sujeira de verde não muda nada. A mensagem da pegajosa “The Green Song” é simples: você não precisa ser verde para ser verde.

A criação é da 180 Amsterdam, com animação da Deli Pictures.

A campanha MTV Switch é voltada para conscientizar e promover a discussão sobre políticas ambientais entre jovens através do entretenimento, e não do medo.

Assistam o vídeo. Muito divertido e contém uma mensagem que no fundo acreditamos ser real. Eu pelo menos acredito.
Enfim, técnica de animação interessantissima unida a uma música grudenta.

http://www.brainstorm9.com.br/2008/09/15/mtv-switch-the-green-song/

Douglas.

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[Porque repasso notícias]

Setembro 16, 2008 · Deixe um Comentário

Alow,

Esses dias, um de vocês perguntou por que ficamos trocando notícias e referências de campanhas aqui na lista de discussão. Percebi que isso pode não estar claro pra todos.

Estamos desenvolvendo uma pesquisa sobre uma questão social contemporânea importantíssima: como fazer as pessoas entenderem e participarem da política. Nossa teoria é que podemos usar algumas ferramentas de comunicação (assessoria de imprensa, mensagens publicitárias) para tanto, já que vivemos num mundo onde a mídia define a realidade. Nosso trabalho é justamente descobrir que ferramentas midiáticas estão sendo utilizadas hoje pela política não-institucional (ativista).

Agora, o que que é esse “social contemporâneo” e o que que é “a mídia define a realidade”?

Existem bazuquilhões de livros sobre essas duas coisas. Nenhum vai dar uma definição correta delas. Porque essas coisas não dependem de definição, e sim de percepção. Contemporaneidade é uma sensação, não uma definição. O poder das mídias é outra coisa que tem que ser sentida, não só definida.

Quando repasso notícias interessantes para vocês, ou quando vocês mesmos selecionam e jogam aqui, quando a gente discute a palhaçada que é o horário eleitoral gratuito (como na última reunião) ou o fuzuê em torno do acelerador de partículas que ia destruir a Terra, estamos construindo nossas percepções sobre o que está acontecendo no mundo. Estamos percebendo a contemporaneidade. Em particular no que interessa ao nosso trabalho: política e mídia.

Ler e entender estas notícias, como exemplos do que está acontecendo no mundo, vale muito mais do que 50 livros sobre teoria social ou teoria da comunicação – que são justamente pessoas pensando sobre estes exemplos (e é o que nós, enquanto pesquisadores, vamos fazer também).

Há uma questão de processo de pesquisa importantíssima aqui: idéias não surgem do nada, e sim de estímulos. Nos abastecendo constantemente de estímulos, estamos fomentando boas idéias na nossa cabeça sobre os caminhos que devemos tomar na pesquisa. Sem idéias, não teremos um bom trabalho.

Continuem enviando pra cá, ou publicando no blog, tudo que encontrarem de interessante sobre mídia, política, jornalismo, publicidade etc. É possível que nenhum destes email sirva diretamente como referência citada no nosso trabalho. Mas podem ter certeza que, por trás de cada linha que escreverem, vai estar tudo que vocês pensaram a respeito do que leram por aqui.

Abraço,
Érico.

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[Dia mundial sem carro: 22 de setembro]

Setembro 16, 2008 · Deixe um Comentário

O Dia Mundial Sem Carro é um movimento que começou em algumas cidades da Europa, nos últimos anos do século 20.

Desde então, vem se espalhando pelo mundo e ganhando mais adesões nos cinco continentes.

Trata-se de um manifesto/reflexão sobre os problemas causados pelo uso massivo de automóveis como forma de deslocamento, sobretudo nos grandes centros urbanos, e um convite ao uso de meios de transporte sustentáveis – entre os quais a bicicleta.

O Dia Mundial Sem Carro é 22 de setembro. Comece a se programar e deixe o carro na garagem.

http://www.ccsp.com.br/ultimas/noticia.php?id=34400

Érico

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[Atrás das grades]

Setembro 10, 2008 · Deixe um Comentário

Muita gente fala em saturação das mídias, que as opções estão esgotadas e para os anunciantes a saída é continuar investindo nas tradicionais mesmo. Porém, vez ou outra aparecem soluções de mídia absolutamente geniais e curiosas.

É o caso desta premiadíssima campanha da Anistia Internacional pelos direitos humanos. Criada pela TBWA de Paris, as peças aproveitam o ambiente externo para criar o conceito.

Placas que mostram rostos foram colocadas atrás de grades para representar a prisão dessas pessoas. Ao lado das fotos, uma outra placa traz a mensagem: “Em mais de 50 países, os defensores dos direitos humanos são privados de sua liberdade.”

Cada rosto procura representar um país que desrespeita os diretos humanos. Nas imagens abaixo são respectivamente: Indonésia, Congo, Turquia, Síria e Colômbia.

Simples e fantástico. Quando você pensaria nisso simplesmente observando o portão da sua casa? Eu nunca pensei.

A campanha foi premiada com Leão de Prata do Festival de Cannes 2003, Ouro no Eurobest 2003, Ouro pelo Clube de Diretores de Arte da França em 2003 e menções honrosas no Grand Prix Stratégies de la Publicité 2003, Andy Awards 2003 e The Gunn Report 2003.

A Anistia Internacional não está pegando leve em suas campanhas focadas nos Jogos Olímpicos 2008, em Pequim na China. Nada de se deixar levar pela mídia chapa branca ou pelo espírito esportivo e todo mundo unido como você costuma ouvir por aí.

Criados pela TBWA\Paris, esses anúncios são ainda mais diretos, colocando cenas de tortura em cenários olímpicos.

Diz o título: “After the Olympic Games, the fight for human rights must go on” (Depois dos Jogos Olímpicos, a luta pelos direitos humanos vai continuar).

Amnesty Olympic Games<br />

 

Amnesty Olympic Games<br />

 

Amnesty Olympic Games<br />Aqui tem um link com mais campanhas da Anistia Internacional:
http://www.brainstorm9.com.br/category/marca/anistia-internacional/

Eu sempre fico de olho em notícias da Anistia, pois considero um exemplo fantástico de como usar a publicidade e a mídia para chocar.
Acredito que, de alguma forma, possa ser considerado ativismo midiático.
E gosto muito do trabalho deles.

Além disso, sempre tem alguma idéia que algum dia possa ser adaptada e reaproveitada para algum protesto (aquela das grades é ótima).[Mônica]

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[Já viram o Google hoje?]

Setembro 10, 2008 · Deixe um Comentário

Large Hadron Collider – LHC (em português: Grande Colisor de Hádrons) é o maior acelerador de partículas do mundo. Ele está localizado no CERN – Organização Europeia para Investigação Nuclear. Esse local pode não soar familiar, mas foi lá que o WWW e a internet nasceram.
Bom, o que um acelerador de partículas faz? Nada de útil para a maioria nós. Na verdade, ele faz coisas bem perigosas, sua principal função é causar a colisão entre partículas.

Nos colisores as partículas são aceleradas dentro de um campo eletromagnético até atingirem altos níveis energéticos, e depois são colididas com outras partículas de matéria. Quando os feixes de partículas viajam dentro do anel de colisão eles são aceleradas pelos campos elétricos, sendo os campos elétricos proporcionais à energia das partículas, ou seja, quanto maior o campo elétrico maior será a energia da partícula. Essas partículas absorvem parte da energia da onda de rádio à medida que circulam nas cavidades de colisão: para que os feixes de partículas passem pelas câmeras a vácuo várias vezes, elas precisam ser circulares.

É preciso bombardear dois feixes de partículas um dentro do outro, para assim obter uma enorme quantidade de energia, pois as partículas aniquilam-se umas as outras, liberando uma energia tão alta que pode ser convertida em partículas pesadas. As colisões dos feixes de prótons vão ocorrer em uma escala jamais vista e isso resultará em uma quantidade imensa de dados, cerca de 15 Petabytes de dados anualmente.(wikipedia)

Ele é um o novo brinquedinho dos gênios da física que está quase pronto. Ele virá para tentar desvendar algumas perguntas aparentemente sem solução para a humanidade: O que existia durante o primeiro momento de existência do Universo? Por quê algumas partículas possuem massa enquanto outras não? Qual é a natureza da matéria escura? Existem outras dimensões que ainda não foram detectadas por nós?
Entre outras coisas, ele servirá para tentar descobrir a origem da massa das partículas elementares. – Entendeu por que eu disse que era inútil para a maioria de nós? Se você entendeu tudo até aqui, você já esta acima da média.
Brincadeiras a parte, o novo equipamento pode traçar um novo rumo para física moderna, podemos estar certos ou ter entendido tudo errado até aqui.

Só que isso tudo está incomodando algumas pessoas. Os responsáveis pelo LHC já estão sofrendo processos judicias. Alguns indivíduos acham que ele podem acabar com a terra , talvez com a galáxia inteira criando incontroláveis buracos negros ou alguma espécie destrutível de matéria. – Ou qualquer outra coisa que ninguém imagina.
Os ciêntistas juram que sabem o que estão fazendo e dizem que vão enfrentar qualquer tribunal por que estão seguros de seus atos.
Bom, eu não sei. Quando ligarem a coisa pela primeira vez nós vamos saber. De qualquer forma, não faz muito tempo, quando saíram os primeiros protótipos do trem, acreditava-se que o homem sobreviveria se viajasse a uma velocidade maior que 50km/H.

Eu sou a favor, tapem os ouvidos e liguem a coisa, que seja o que deus quiser!
http://neuronioshiperativos.blogspot.com/2008/03/large-hadron-collider-lhc-o-novo.html

[Lucas]

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[Ativismo?]

Setembro 10, 2008 · Deixe um Comentário

Ativismo? Protesto e interatividade justos, poder de um meio midiatico.
Qual será o real resultado? os protestos serão onlines, cria-se esse movimento, internautas protestando, MINC promete fiscalizar..
Que não acabe em pizza, para quem não viu a reportagem interessante.

http://www.globoamazonia.com/

[Lucas]

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[Make Trade Fair]

Setembro 9, 2008 · Deixe um Comentário

Make Trade Fair é uma campanha a favor da igualdade no comércio entre países de primeiro mundo e países em subdesenvolvimento. Qualquer pessoa pode se cadastrar no site, comprar camisetas ou enviar mensagens à governantes para que a causa seja ouvida. Já há mais de 19 milhões de pessoas cadastradas. A campeã de cadastros é a Índia, com mais de 5.500.000 cadastros, o Brasil tem 15.388 pessoas cadastradas.

Chris Martin, vocalista da banda Coldplay é envolvido nessa campanha e vive fazendo viagens ao Haiti por exemplo, para divulgar a campanha.

O símbolo oficial da campanha são duas listras horizontais que representam a igualdade.

O site possibilita muitas interações, e que você dê idéias e sugestões para mudar alguma coisa.

http://www.oxfam.org/en/campaigns/trade

[Mônica]

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[Rage Against the Machine Entertain RNC Protesters With History’s Angriest A Cappella Concert]

Setembro 8, 2008 · Deixe um Comentário

If yesterday’s NKOTB-90210 double dose of nineties nostalgia somehow wasn’t enough for you, we have good news! Last night, uppity nu-metal band Rage Against the Machine — you may recall they had several hits back before George Bush made the world safe for freedom — performed a show, sort of, on the lawn of the Minnesota State Capitol near the Republican National Convention. Either because the band arrived late, unannounced, and without a permit or because their music is simply too subversive (stories conflict on this), police refused to let them to plug in their instruments. So, singer Zach de la Rocha and Tom Morello played “Bulls on Parade” a cappella with Morello making wah-wah pedal noises with his mouth. Adorable! Sadly, police broke things up before they could do “Don’t Worry, Be Happy” or the theme song from Where in the World Is Carmen Sandiego?.

Rage Against the Machine Lead March to RNC After Police Shut Down Impromptu Show [Rolling Stone]
Ripple Effect ends in Rage [Star Tribune]

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[Consumidor brasileiro culpa empresas e governo pela pirataria]

Setembro 8, 2008 · Deixe um Comentário

Por Guilherme Neto
guilherme@mundodomarketing.com.br

O problema da falsificação de produtos e a percepção do consumidor brasileiro nessa questão foi tema de uma pesquisa elaborada pelo Instituto Akatu, entidade especializada no consumo consciente. O levantamento, patrocinado pela Microsoft, dá voz aos consumidores desses produtos, que desprezam ações anti-pirataria por não confiarem em empresas privadas e instâncias governamentais, a quem culpam e consideram como os verdadeiros responsáveis pelo problema.

A pesquisa levou em conta dados já existentes de duas pesquisas, em especial as realizadas pelo Ibope em 2006, que ouviu 1.715 moradores de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, e outra realizada pela Fecomércio no ano passado, em mil residências espalhadas por 70 cidades do país.

A segunda fase consistiu em uma pesquisa qualitativa com homens e mulheres de 18 a 40 anos das classes A, B e C na cidade de São Paulo, entre consumidores comuns e formadores de opinião.

Consumo de produtos piratas cresceu em todas as classes sociais
Segundo dados do Ibope, entre 2005 e 2006 houve um crescimento no consumo de produtos piratas em todas as classes sociais do Brasil.  Os números mostram que a classe A passou de 50% para 58%, a classe B saiu de 61% e pulou para 65% enquanto a classe C aumentou de 60% para 68%. Apenas as classes D e E mantiveram patamar estável entre 56% e 57%, respectivamente.

Como resultado, a Akatu constatou que os consumidores sabem que estão comprando produtos ilegais e falsificados associados ao crime organizado e à sonegação de impostos, e que têm conhecimento de que seu consumo prejudica o comércio formal.

Apesar disso, os motivos apontados por eles variam desde o custo benefício até a própria falta de repressão a esse comércio ilegal, com produtos vendidos à luz do dia em lugares públicos, dando a impressão de uma permissão implícita.

Consumidor culpa empresas e governo pelo problema
Eles acreditam ainda estar ajudando os camelôs a não seguirem o caminho do roubo como sobrevivência e que os fabricantes, artistas e autores de produtos legais já seriam “muito ricos”, e não seriam afetados por essa prática. Não há ainda uma consciência da relevância de sua compra no alimento do crime organizado, por conta do baixo valor pago em cada mercadoria.  O consumidor não se sente o principal culpado pelo problema da pirataria e rejeita campanhas que o acusam pelo problema.

“Para eles, os grandes responsáveis são as instâncias governamentais ao permitirem a entrada, fabricação e comercialização de produtos e não desenvolverem políticas sociais que dêem empregos a todos na economia formal”, explica Débora Rocca, coordenadora de Pesquisas e Métricas do Instituto Akatu, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Eles culpam ainda as empresas e marcas, por praticarem preços inacessíveis e, ao mesmo tempo, estimular o desejo de consumo em ações de Marketing e Publicidade.

Descrença motiva desprezo a ações anti-pirataria
Segundo a Akatu, ações voltadas exclusivamente contra a pirataria tendem “a cair no vazio”, devido ao contexto de descrença em instituições governamentais e de iniciativa privada. As marcas devem investir em ações de responsabilidade social para afastar a imagem de empresas focadas apenas em gerar lucro e, desta forma, acabam se distanciando da sociedade.

“Uma campanha anti-pirataria tem mais chances de dar certo se fizer o consumidor refletir, em vez de adotar tom acusatório; se ficar claro que envolve também o governo e as empresas, não deixando o consumidor isolado com a responsabilidade de mudar toda a sociedade”, aconselha Rocca.

Solução pode estar em Responsabilidade Social
A solução pode estar em ações de apoio a camelôs, por mais contraditório que isso possa parecer, para sensibilizar e atrair consumidores. “Isso com certeza daria certo. Não adianta esconder camelôs em becos ou colocarem para trabalhar em fábricas, por exemplo, se eles querem é trabalhar com comércio onde tenha movimento”, explica Suzane Strehlau, professora da ESPM especialista em falsificação de produtos de luxo.

Uma estratégia seria ajudá-los a exercer o comércio de forma legal, seja através do suporte de registro de CNPJ, financiamento de capital de giro ou mesmo na formação de cooperativas.

Outras opções são ações em conjunto com o governo além da simples busca e apreensão de produtos falsificados, como ações junto às fronteiras nacionais de forma a averiguar o valor em nota fiscal de determinado tipo de produto. Se este for muito baixo, é bastante provável que se trate de um artigo pirateado.  Strehlau atenta ainda para a importância de valorização da marca, como diferencial importante contra falsificações. “É verdade que a marca encarece o produto, mas as pessoas pagam por isso”, diz a professora.

Brasil ainda não é o pior dos cenários
O objetivo é fazer com que o Brasil se aproxime dos índices de países desenvolvidos, onde a pirataria é mais branda. Uma pesquisa realizada em 2005 pela Business Softwares Alliance (BSA) sobre o consumo de softwares no mundo, registra índices de 20 a 30% de softwares piratas em países como Japão, Estados Unidos e Bélgica.

Em comparação com outros países da América Latina, no entanto, o cenário brasileiro vence, com índice maior apenas que a Colômbia (57%). Aparecemos também como a nação que menos falsifica softwares no grupo de países emergentes da BRIC – Brasil (64%), Rússia (83%), Índia (72%) e China (86%).

Mundo do Marketing: Publicado em 4/9/2008

http://www.mundodomarketing.com.br/materia.asp?codmateria=5531

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