Vamos postar aqui os artigos encontrados para possíveis referências em nossa pesquisa.
Leiam o que o Lucas pesquisou no Scielo.
RESUMO
A Amazônia tem constituído um dos mais relevantes temas para o ativismo transnacional desde a década de 1970. Nos anos 1980, partindo do princípio de que o consumo de madeira pelos países do Norte seria a principal causa do desflorestamento amazônico, as campanhas centraram foco primordialmente no comércio madeireiro, com ênfase especial no boicote à madeira tropical por parte de consumidores europeus e norte-americanos. Os anos 1990, contudo, registraram uma mudança paradigmática, a qual vem orientando, desde então, as políticas florestais. Influenciados por determinado discurso hegemônico sobre “desenvolvimento sustentável”, ambientalistas treinados no campo da engenharia florestal e em áreas correlatas foram guiados pela crença de que poderiam influenciar o comércio madeireiro em direção a práticas menos predatórias. Com isso, as ONGs associaram-se ao setor madeireiro para o desenvolvimento de um esquema de certificação florestal conhecido como Forest Stewardship Council – FSC, ou Conselho de Manejo Florestal, destinado a melhorar as práticas florestais em todo o mundo. Influente junto ao Banco Mundial, o foco na chamada “vocação florestal” da Amazônia tem, no entanto, apresentado resultados questionáveis no que diz respeito à sustentabilidade das sociedades e ecossistemas locais. Este artigo discute algumas das dimensões dessa nova política para a Amazônia que, orientada por uma perspectiva de mercado, torna invisível a diversidade de culturas e ecossistemas locais, distanciando-se, nesse sentido, de uma racionalidade ambiental que se pauta na justiça ambiental como vetor da sustentabilidade.
Link para acesso na íntegra:
Árvores e gente no ativismo transnacional. As dimensões social e ambiental na perspectiva dos campaigners britânicos pela Floresta Amazônica. Rev. Antropol., 2001, vol.44, no.1, p.09-52. ISSN 0034-7701.
O ativismo transnacional constitui-se como tema ainda incipiente nas ciências sociais. A partir de uma perspectiva antropológica, este trabalho apresenta uma contribuição à compreensão dos processos políticos e culturais globais que caracterizam a contemporaneidade, centrando-se no ativismo transnacional em torno da Floresta Amazônia. A Amazônia é certamente um dos principais símbolos do ambientalismo ocidental. A maioria das ONGs transnacionais que trabalha com este tema tem sede no Reino Unido, apresentando uma atuação destacada nas campanhas do mogno, pela demarcação de terras indígenas, assim como no desenvolvimento do Forest Stewardship Council (FSC), ou Conselho de Manejo Florestal ¾ um selo verde para produtos florestais. Este artigo analisa as diferentes trajetórias sociais e de militância dos campaigners britânicos, que os conduzem a formas distintas de engajamento com a floresta. Observa-se, então, as tensões na conjugação das dimensões social e ambiental enquanto marcas discursivas independentes das filiações organizacionais. Três principais tendências são reveladas, assim como visões globais e locais conflitantes, com conseqüências para o ambientalismo enquanto um campo de comunicação globalizado, e sobretudo para a Amazônia enquanto espaço sócioambiental.
Link para acesso na íntegra:
Vejam o que o Lucas encontrou no Bocc.
O ativista midiático da rede folkcomunicacional – Osvaldo Meira Trigueiro
O ativismo digital – Dênis Moraes
Vejam o que a Fernanda pesquisou nos arquivos do Intercom, Expocom e vários outros “coms”:
ATINGIDO POR BARRAGEM: O RÁDIO E O MOVIMENTO SOCIAL CUNHANDO IDENTIDADES
Alexania Rossato (UFSM); Veneza Mayora Ronsini (UFSM)
Resumo
O texto apresenta os resultados da primeira etapa de uma pesquisa que procura compreender como se constitui a identidade de jovens camponeses através do conflito entre a recepção radiofônica e a mediação do Movimento dos Atingidos por Barragens, aprofundando as relações que envolvem o campo da comunicação e do movimento social camponês. O recorte dado destina-se a compreender a disputa pela hegemonia entre a imprensa local e as empresas construtoras da Usina Hidrelétrica Barra Grande, de um lado, e movimento social, calcado na cultura popular, de outro. A abordagem teórica tem o aporte dos estudos de recepção latino-americanos.
Palavras-chave: Recepção radiofônica, Juventude, Movimentos sociais
http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2007/resumos/R1137-1.pdf
A POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO COMO FATOR DE ORGANIZAÇÃO E MOBILIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS E POPULARES
Rozinaldo Antonio Miani (UEL); Ludmilla Andrade Fregonesi (UEL)
Resumo
O presente artigo tem como objetivo apresentar um relato parcial das discussões realizadas no interior do projeto de pesquisa intitulado “A comunicação popular nos movimentos sociais organizados: as práticas comunicativas no âmbito da Central de Movimentos Populares (CMP) Regional de Londrina”, cadastrado na Universidade Estadual de Londrina, particularmente no que se refere ao desenvolvimento do conceito de Política de Comunicação. A complexificação das formas de organização social, em tempos de mundialização do capital, e a ampliação do poder da comunicação nas sociedades atuais exigem dos movimentos sociais e populares maior atenção para as práticas comunicativas como fator de organização e mobilização, materializadas através de uma Política de Comunicação, o que infelizmente configura um paradoxo a ser superado.
Palavras-chave: Política de Comunicação, Comunicação popular, Movimentos sociais, Movimentos populares
DEMOCRACIA E PARTICIPAÇÃO NOS MOVIMENTOS SOCIAIS: E A COMUNICAÇÃO?
Nívea Canalli Bona (UMESP)
Resumo
Por meio de um estudo bibliográfico e partindo da utilização de exemplos de iniciativas de movimentos sociais, esse texto pretende discutir os desafios existentes à busca da participação democrática destes grupos nas decisões da sociedade, em nível micro (grupo) e macro (sociedade civil). A partir dos conceitos de democracia propostos por Bobbio e por Toro analisa-se como a participação social precisa se realizar para ser chamada de democrática. Os movimentos sociais são ícones de aglutinação de interesses que podem promover, quando bem constituídos e organizados, a participação democrática no seu interior propulsionando a participação externa. Aqui também analisa-se como boa parte da responsabilidade na conquista desses desafios recai sobre as estratégias de comunicação, que, se bem aplicadas, podem estimular a efetiva participação democrática dos movimentos sociais no Brasil.
Palavras-chave: democracia, movimentos sociais, participação, estratégias de comunicação
COMUNICAÇÃO E CULTURA SUBALTERNA: O PAPEL DA MÍSTICA NO MOVIMENTO DOS TRABALHADORES RURAIS SEM TERRA (MST)
Rafael Bellan Rodrigues de Souza (Ufscar)
Resumo
Musicas, danças, performances, cartilhas, panfletos, jornais, cartazes, são inúmeras as formas de comunicação utilizadas pelo MST na construção dos significados e valores ligados à luta pela terra. A política cultural do MST busca gerar uma identidade sócio-cultural no militante sem terra, ressignificando práticas da cultura camponesa e fomentando valores contra-hegemônicos. A mística aparece, nesse contexto, como um conjunto de representações manifestadas nas mídias radicais do movimento. O estudo das práticas culturais do MST proporciona a definição do papel da mística na formação desses sujeitos políticos.
Palavras-chave: Comunicação, Mística, MST, Mídia Radical, Identidade Cultural
COMPARAÇÃO ENTRE PRODUTORES DE INFORMAÇÃO EM DEFESA DA AMAZÔNIA NA INTERNET
Débora de Carvalho Pereira Gabrich (PUCMinas)
Resumo
O surgimento de padrões ambientais que definem, no início do terceiro milênio, regras de convivência do homem com a natureza é o principal resultado do contato entre redes na internet, sendo uma delas o alternativo Grupo de Trabalho Amazônico, e outras mais sofisticadas, como a transnacional WWF. Este artigo, através de dados colhidos em entrevistas com os produtores de informação dessas redes, atualiza as teorias das notícias elencadas por Traquina (2001), aplicando-as à nova dinâmica de informações do movimento ambiental na internet. São apontadas tendências, inferidas a partir da análise de estratégias midiáticas, que podem influenciar na consolidação de uma série de enunciados, ou o que Keck e Sicking (1998) chamam de ‘common frame of meaning’.
Palavras-chave: Amazônia Transnacional, Comunicação Alternativa, Redes, Teorias das Notícias, Internet
http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2007/resumos/R2318-1.pdf
Denise Tavares da Silva (PUC-Campinas), Cecilia Toledo (PUC-CAMPINAS)
Evento: Jornalismo
Este artigo apresenta um dos aspectos que envolve a discussão em torno da formação do jornalista, que é a definição da grade curricular a partir de um diagnóstico, também, do mercado de trabalho. Neste sentido, destaca aqui o crescimento das assessorias de imprensa na região como mercado que mais tem acolhido o profissional recém-formado pela PUC-Campinas, procurando desenhar as possíveis mudanças que tal realidade exerce sobre o currículo tendo em vista um perfil de egresso. Para maior objetividade, dado o limite do formato deste artigo, o texto tem como referência o atual programa da disciplina Jornalismo Empresarial e Institucional, oferecida no penúltimo (7º) semestre do Curso.
Palavras-chave: Assessoria de imprensa, jornalismo empresarial, assessoria de comunicação, ; mercado de trabalho, graduação de Jornalismo
Souvenir Maria Graczyk Dornelles (PUCRS)
Evento: Relações Públicas e Comunicação Organizacional
Este estudo tem por objetivo identificar o campo de atuação de empresas que oferecem serviços que pertençam à área da comunicação – assessorias e consultorias de comunicação, de imprensa e de relações públicas,para organizações públicas, privadas e do terceiro setor. Os dados foram levantados junto a diretores e executivos de empresas de comunicação de Porto Alegre/RS, por meio de pesquisa qualitativa – entrevistas em profundidade, quando se buscou definições e relatos dos tipos de atividades desenvolvidas para os clientes, assim como dados que pudessem determinar espaços e papéis da área de RRPP neste segmento de mercado.
Palavras-chave: relações públicas, comunicação, assessoria, imprensa, atividades
Maria de Fátima Costa de Oliveira (Fepesmig)
Evento: Jornalismo
O artigo versa sobre o uso dos Meios de Comunicação por parte do Estado para difundir sua força, sua política, suas ideologias, chegando à mudança de paradigma que se opera, especificamente no Brasil, a partir do fim da censura sobre os veículos. A Imprensa assume o discurso como fonte de controle social. Hipóteses como a da agenda setting e da espiral do silêncio demonstram que as práticas jornalísticas determinam o quê e como o público deve pensar. A ilustração a este fato se dá na análise do discurso de uma reportagem da revista Veja, acerca de denúncias de corrupção do atual governo brasileiro.
Palavras-chave: Estado, Comunicação, Jornalismo, Discurso da imprensa, Controle social
Nivea Canalli Bona (UMESP)
Evento: Seminário de Temas Livres em Comunicação
A atuação das organizações civis junto à capacitação do profissional jornalista tem se mostrado mais freqüente. A lógica de trabalho nos meios de comunicação de massa, as relações com os donos dos veículos e a instantaneidade cobrada frequentemente nas produções de material informativo são alguns dos motivos que têm dificultado aos jornalistas uma leitura mais aprofundada dos fatos que envolvem as ações das organizações civis. Isso se reflete nas parcas matérias que são desenvolvidas tendo como tema as políticas públicas e as iniciativas realizadas pelo terceiro setor. Assim, algumas organizações propõem parcerias a fim de melhor capacitar o jornalista da redação e aquele que está sendo formado nas universidades. Com um estudo bibliográfico pretendemos colocar algumas luzes sobre essa relação e apresentar um exemplo prático: o da Agência de Notícias dos Direitos da Infância, a ANDI.
Palavras-chave: organizações civis, imprensa, jornalistas, ANDI
Lilian Crepaldi de Oliveira (ECA/USP)
Evento: Comunicação para a Cidadania
O estudo visa compreender como o Exército Zapatista de Libertação Nacional, movimento social mexicano, busca conservar sua cultura e visão de mundo por meio da comunicação popular. Delineamos como objeto de estudo dois comunicados do movimento, com o intuito de verificar se comunicações do EZLN auxiliam na manutenção da cultura local e preservação da identidade. A pesquisa será essencialmente qualitativa e terá como ferramenta de interpretação a análise do discurso. O estudo também visa entender como os conceitos de cultura popular, identidade, mitologia e linguagem estão presentes na comunicação do EZLN.
Palavras-chave: Comunicação Popular, Movimento Social, Neozapatismo, Identidade
http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2006/resumos/R1192-1.pdf
Neusa Gonzaga de Santana Pressler (UNAMA)
Evento: Comunicação Científica e Ambiental
O presente trabalho é parte da pesquisa da tese de doutorado (NAEA/ UFPA, 2005) e tem por o objetivo abordar a questão ambiental sob enfoques específicos: práticas de comunicação social, mídia e desenvolvimento sustentável na Amazônia. Os resultados ainda não são conclusivos, mas apresenta reflexões metodológicas, teóricas e dados que contribuem para o debate sobre a pesquisa, cujo foco encontra-se na convergência da comunicação social e o meio ambiente. A partir dessa pesquisa, foi possível identificar diferentes interesses de atores sociais e a necessidade da visão interdisciplinar para analisar as estratégias de práticas de comunicação social que envolvem Órgãos Governamentais e organizações de cooperação internacional e desenvolvem canais de comunicação com comunidades para promover o desenvolvimento sustentável na Amazônia a partir da década de 90.
Palavras-chave: Palavras-chave:, Comunicação social;, meio ambiente;, Interdisciplinaridade
Vitor Baravelli Perez (UniCEUB)
Evento: Intercom Júnior – Trabalho Individual
Esta pesquisa aborda o envolvimento e a percepção do público consumidor do hipermercado Extra quanto aos seus programas sociais, em específico a ação de coleta de embalagens para reciclagem denominada “Reciclagem 10 Fome Zero”, a qual trabalha para reduzir o impacto de resíduos no meio ambiente e apóia um programa social do governo federal. A pesquisa se baseia nos princípios de marketing para causas sociais e nas mudanças do contexto de relacionamento entre as organizações e os públicos com que interage, trazendo a tona o conceito de Responsabilidade Social Empresarial e a busca por práticas de desenvolvimento sustentável e consumo consciente.
Palavras-chave: marketing social, valor de imagem agregado, comportamento do consumidor
Adilson Vaz Cabral Filho (UFF)
Evento: Políticas e Estratégias de Comunicações
Este artigo consiste no resumo da tese defendida pelo autor em abril de 2005. Analisa as comunidades de compartilhamento social a partir da utilização da Internet por parte do Centro de Mídia Independente (CMI) – uma organização sem fins lucrativos com coletivos de ativistas em vários países, inclusive o Brasil, que revitalizam os princípios de luta pela democratização dos meios de comunicação e da afirmação de uma mídia independente. Trata-se de uma pesquisa descritiva, com base no levantamento bibliográfico e documental, bem como na pesquisa participante e de entrevistas com integrantes de diversos coletivos no Brasil, em especial no Rio de Janeiro. Ressalta a importância da Internet para a consolidação das atividades do CMI como prática comunicacional horizontalizada e como espaço de compartilhamento social e político.
Palavras-chave: Comunidades de compart. social, Apropriação social das TICs, Centro de Mídia Independente, Políticas de Comunicação
Leiam o que a Mônica pesquisou no BOCC:
Ativismo midiático, redes sociais e novas tecnologias de informação e comunicação
Henrique Moreira Mazetti
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Resumo
Objetiva-se neste artigo buscar indicações para entender como as mais recentes
tecnologias de comunicação e as formas de organização em rede contribuem para as
ações do ativismo midiático brasileiro contemporâneo, que surge das potencialidades
abertas pelo deslocamento da política para o cotidiano e para a mídia. O percurso que
faremos se inicia com a demarcação sobre o que entendemos aqui por ativismo
midiático e quais são as ações que levamos em consideração, apoiando-nos em alguns
conceitos correntes. Em seguida, refletimos sobre o impacto das novas tecnologias de
comunicação nestas atividades. Por fim, lançamos um olhar sobre como a organização
em rede influencia as atividades de grupos e coletivos de ativismo de mídia.
Palavras-chave: Ativismo de mídia; redes sociais; novas tecnologias.
Link: http://www.intercom.org.br/papers/regionais/sudeste2007/resumos/R0688-2.pdf
Encontrei também um projeto de pesquisa de um doutorado em sociologia, cujo tema é: Ocupação do espaço público através do ativismo midiático.
Achei bem interessante.
Link: http://rede.metareciclagem.org/midia/projeto-d-luiz-40.pdf
Achei também uma “reportagem” sobre midiativismo brasileiro. Está em anexo, num documento word.
O link: http://bdbrasil.wordpress.com/2007/10/06/midiativismo-brasileiro-mostra-sua-cara/
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Do BOCC, eu li vários textos, mas os mais pertinentes são esses:
João Paulo II: um ativista midiático
Osvaldo Meira Trigueiro
Resumo
Neste texto busco uma reflexão sobre a cerimônia fúnebre do Papa
João Paulo II visibilizada como um acontecimento midiático global.
Trata-se de uma pesquisa exploratória a partir de um olhar
descritivo e interpretativo sobre os discursos produzidos pela mídia
principalmente as transmissões ao vivo pelas principais redes
de televisão e portais na Internet, da Praça São Pedro no período
da celebração da missa de corpo presente. É uma interpretação no
campo da comunicação social sobre os processos híbridos de celebrações
tradicionais e modernas da Igreja Católica como estratégias
de abertura para o mundo globalizado.
Link: http://www.bocc.ubi.pt/pag/trigueiro-osvaldo-papa-joao-paulo-II.pdf
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Esse eu ainda não li todo, mas parece que poderemos usar (afinal, informação também nunca é demais):
Activismo e novas Tecnologias de Infor mação e Comunicação (TICs)
José Adolfo Vidal
Instituto Politécnico do Porto
Resumo:
As novas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) tendo como face mais visível a
Internet agora complementada com tecnologias de comunicação móvel e WI FI (Wireless
Fidelity), deram origem a uma pletora de actividades comunicativas de cariz social, cultural e
político nos seus espaços mediáticos (ciberespaços) onde, traduzindo as realidades políticas e
económicas que os enformam e a reflexividade da dimensão técnica e social da tecnologia, se
objectivam relações dialécticas entre estrutura e agência.
As TICs ao oferecerem a oportunidade de reconfiguração, reapropriação e redistribuição da
cultura dominante, interpelam a determinação em últimas instância das estruturas sóciotécnicas
que as enformam e, ao afirmarem a autonomia relativa dos utilizadores, demonstram a
possibilidade do uso poder (ainda) fazer o sentido da tecnologia.
Este trabalho de natureza exploratória das formas de expressão do si e de luta política mediada
pelas TICS, sugere a necessidade da sua (re)teorização de um ponto de vista crítico e
reconstrutivo a partir da análise sóciotécnica
da acção dos poderes corporativos e estatais (os
grandes actores) determinantes dos usos hegemónicos da Internet e da sua significativa tentativa
de fazer divergir as possibilidades tecnológicas de interacção (rede potencial) das reais
possibilidades da sua prática (rede de uso).
Link: http://bocc.ubi.pt/pag/vidal-jose-activismo-novas-tecnologias-informacao-comunicacao.pdf
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Redes e ciberativismo: notas para uma análise do centro de mídia independente
Maria Eugenia Cavalcanti Rigitano
Link: http://www.bocc.ubi.pt/pag/rigitano-eugenia-redes-e-ciberativismo.pdf
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O ativista midiático da rede folkcomunicacional
Osvaldo Meira Trigueiro
Link: http://www.bocc.ubi.pt/pag/trigueiro-osvaldo-ativista-midiatico.pdf
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E outra matéria legal:
BLOGS E ATIVISMO – Uma Política de Código Aberto?
(Em anexo)
Notas:
1. www.blogcensus.net e www.nitle.org .
2. http://www.pewinternet.org/PPF/r/144/report_display.asp
3. Sifry, Micah L. “The Rise of Open-Source Politics”. Em: The Nation, http://www.thenation.com/docprint.mhtml?i=20041122&s=sifry, acessado em 07/06/05.
4. “Blogueiros dizem não ser ‘de direita’”, Em: Folha de São Paulo, http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u45604.shtml, acessado em 07/06/05.
5. www.delinquente.blogger.com.br.
6. www.timoteop.weblogger.terra.com.br e http://maceduss.cjb.net
7. Ibelli, Júlio. “Curitiba: socialmente insegura”. Em B*Scene, http://www.gardenal.org/bscene/qualquer/deliquentes.htm, acessado em 08/06/05.
8. http://questoes.blogs.com/cartas_ao_sistema_de_arte/


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